quinta-feira, Maio 31, 2012
A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perca de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça. Caio Fernando de Abreu (via poetizador)
quarta-feira, Maio 30, 2012
Fiquei. Você sabe que eu fiquei. E que ficaria até o fim, até o fundo. Que aceitei a queda, que aceitei a morte. Que nessa aceitação, caí. Que nessa queda, morri. Tenho me carregado tão perdido e pesado pelos dias afora. E ninguém vê que estou morto. Caio Fernando de Abreu  (via guittyery)

(Fonte: h-ospedeira)

sábado, Maio 19, 2012

(Fonte: m-i-l-o-n-g-a)

(Fonte: limelightlove)

domingo, Maio 13, 2012
Então diga agora, bem alto, para que até aquele seu lado mais surdo e teimoso ouça, “eu amo e acredito em mim e na vida”. Tati Bernardi. (via tatiibernardi)
Ontem eu quis desesperadamente a sua companhia lá naquele banco da praça, quis ficar ali com você a noite toda se pudesse. Caio Fernando Abreu. (via poetizador)

(Fonte: m-i-l-o-n-g-a)

Abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber. Caio Fernando Abreu. (via poetizador)

(Fonte: caiofabreu)

The Hunger Games

718- Um dia, cerca de vinte anos após a guerra, Katniss estava em um de seus piores momentos de depressão. Ela tivera um sonho com Prim e Rue, na qual as duas brincavam, felizes, com ela, e foi um sonho tão bom que Katniss quase acreditara que era real… Até que ela acordou e a realidade lhe atingiu com um impacto que a fez chorar. Aquilo jamais acontecera. Prim e Rue não estavam à salvo, ela não conseguira chegar a tempo para salvar nenhuma delas, simplesmente não conseguira… Ela ficou abraçando o travesseiro, se perguntando por que o mundo era tão cruel, quando ouviu alguém entrando no quarto. Pensou que era Peeta, até que dois pares de braços pequenos e gorduchos a abraçaram. “Feliz dia das mães, mamãe”, disseram eles, enquanto lhe entregavam um desenho que tinham feito. Haviam quatro pessoas de mãos dadas e sorrindo, duas crianças e dois adultos. Uma delas usava uma trança comprida e havia um escrito de “Mamãe” em cima de sua cabeça. No topo da folha, escrito pela caligrafia caprichada de Peeta: “Nós te amamos.” Katniss retribuiu o abraço. E passou a dormir com esse desenho embaixo do travesseiro. De repente, seus sonhos se tornaram bem mais tranquilos.

(Fonte: fatos-odair)

sábado, Maio 12, 2012
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados…Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa. Carlos Drummond de Andrade   (via pr0ibida)

(Fonte: c-a-n-a-r-i-o)